Em semana de finalíssima da Copa Libertadores, qualquer detalhe é importante para os supersticiosos. No fim da semana passada, Washington recebeu a camisa do Terremoto Futebol Clube, seu primeiro time, de Brasília (DF). O Coração Valente ganhou este presente de Flávio Rodrigues, filho de Paulo Emílio, o fundador do clube, falecido há seis anos.
Foto: Kako Arêas / Fluminense
O número 9 já estava nas costas do artilheiro desde aquela época. Para a maioria o ato traz sorte e é um sinal da brilhante noite de quarta-feira a ser protagonizada por Washington. Mas tem gaiato jogando praga. A justificativa é uma infeliz coincidência: a camisa do Terremoto tem as mesmas cores da Liga Deportiva Universitária, a famigerada LDU.
Primeiro clube do então elitista futebol a permitir que negros integrassem suas fileiras. Primeiro a ter um estádio, o maior da América Latina, na ocasião. Primeiro campeão da América. Primeiro carioca a ser campeão brasileiro, o Vasco da Gama (homenagem ao pioneiro no mar) poderá ser o primeiro a tornar realidade uma das maravilhosas máximas do impagável Neném Prancha. A vitória de Roberto dinamitou o poder absoluto e intransigente que Eurico instalou no clube.
Eurico Miranda foi um excepcional vice (parece que esta é a sua sina, não a nossa) de futebol. No momento que a “chave do cofre” foi parar em suas mãos, o que vimos foi um Vasco apequenado, que ganhou páginas policiais do noticiário com o caso Aremithas, enquanto seu presidente multiplicava seu patrimônio. De golpe em golpe, Eurico fez o que pôde para se perpetuar no poder. Típico. Conservadora, a colônia demorou a entender que o Vasco precisava mudar. Só o Vasco sobreviveria a Eurico. E sobreviveu.
Márcio Braga pode, no máximo, emitir certidões. Horcades e o verdadeiro presidente tricolor, Celso Barros, podem cuidar de exames médicos. O Bebeto joga vôlei. Mas, no Vascão, sempre que houver um pênalti, não há mais porque discutir se bate Edmundo, o Thiago ou o Morais. Como ensinou o filósofo Prancha desde tempos idos: Dinamite neles!!!
Flávio Araújo é jornalista, historiador e vascaíno.
É... O Futebol deu mais uma rasteira nas previsões, análises e críticas esportivas. A empolgação do clube e, principalmente, do povo equatoriano não foi novidade. Todos já aguardavam. A centralização das jogadas em Guerrón também era esperada. Surpreendente se mostrou a empáfia tricolor. Exceção merecida ao sempre guerreiro Dario Conca, o Fluminense estava oco. Sem o espírito e a entrega necessários em uma final de Copa Libertadores da América. O placar 4 a 2 saiu barato e manteve acesa a chama da esperança carioca.
Na entrevista coletiva depois da partida, Renato Gaúcho disse para a torcida não deixar de ir ao Maracanã. Mais um discurso démodé com o objetivo de camuflar as próprias deficiências e a análise fria do ocorrido. Como assim, my brother? Os ingressos estão todos vendidos desde a semana passada. O estádio lotado é tão certo quanto a retranca da Liga Deportiva Universitária. Se mantiver Dodô no banco de reservas, como fez na volta para o 2° tempo de ontem, a LDU agradecerá e ganhará de presente menos uma preocupação.
O Flu tem chances. Aplicou 3 a 1 em São Paulo e Boca Juniors. Por que é impossível repetir o feito e levar tudo para a prorrogação? Ou até vencer por três de diferença e papar logo no tempo normal? É possível. Basta Renato acordar para não deixar o time dormir de novo...
Foto: Montagem com arte publicada no site oficial da LDU
O árbitro auxiliar Paulo Sérgio Fernandes Durães, 35 anos, foi baleado no peito na tarde desta quarta-feira (25/06) em um restaurante, na Avenida Marechal Floriano, no Centro do Rio de Janeiro. O crime ocorreu às 13h30min. De acordo com testemunhas, Paulo discutiu com um homem ainda não-identificado e levou um tiro no peito. A bala chegou ao pulmão de Sérgio e ele não resistiu aos ferimentos.
O bandeira atuou no último fim de semana, no jogo entre São Paulo e Sport, vencido pelo tricolor paulista por 1 x 0, no Morumbi. Paulo Sérgio também participou de Fluminense x Botafogo, decisão da Taça Rio deste ano. O auxiliar era major da Polícia Militar e trabalhava na coordenação do Serviço de Atendimento de Emergência 190, no prédio da Central do Brasil, onde fica também a Secretaria de Estado de Segurança.
O Fluminense do excelente Thiago Silva, o melhor jogador brasileiro em atividade, enfrenta a penúltima batalha rumo ao título da Copa Libertadores 2008. A Liga Deportiva Universitária (LDU) tentará fugir de um novo empate, mas o tricolor tem time e, se controlar a ansiedade, pode voltar do Estádio Casablanca, em Quito, no Equador, com uma triunfante vitória. Merecerá festa porque, alcançando qualquer resultado diferente da derrota, o clube das Laranjeiras colocará oito dedos na 3ª conquista carioca e 14ª brasileira na competição mais importante das Américas.
A importância do jogo é proporcional à necessidade do Flu aplicar o seu futebol, independente da pressão equatoriana. O ala/ponta Guerrón, da Seleção do Equador, é o jogador mais perigoso. Renato está de olho nele. Quando entrou na partida da primeira fase, no Maracanã, deixou a defesa tricolor de cabelo em pé. Em contrapartida, o treinador Edgardo Bauza precisa ficar atento a várias armas do Gaúcho. Junior Cesar, Gabriel, Thiago Neves, Conca e Washington formam um arsenal perigoso o bastante para fixar a bandeira do favoritismo no lado brasileiro. O duelo é interessante, mas o título da LDU seria, friamente, uma zebra.
Oferta pequena e demanda gigante = preço enorme
Os esquemas de corrupção existentes no mercado de ingressos são absurdos. No Brasil, a maioria (não todos) dos clubes trata a torcida como um bando de servos. Torcedor é cliente. Só não deixa de freqüentar, definitivamente, os estádios porque é apaixonado e, quando veste a camisa, deixa a razão de lado. Alheio a esta desorganização, o Fluminense decidiu dobrar o preço dos ingressos. Fez certo. A relação básica oferta x demanda já explica tal iniciativa. É caro para quem recebe um, dois ou três salários mínimos? Sim, mas a enorme procura justifica a mudança de 30, 40 e 150 para 60, 80 e 300 reais. Voltarei, ainda esta semana, a abordar o tema.
O jogo da democracia
Neste sábado (28/06), Vasco e Ipatinga se enfrentam no jogo da democracia vascaína. Seja Roberto Dinamite o novo presidente ou não, esta será a primeira partida do Machão da Colina, após três anos, sob o comando uma diretoria, legitimamente, eleita. Caberá a quem assumir recolocar o clube na rota dos títulos. Cinco anos sem novos troféus é muito para o cruzmaltino. De qualquer forma, os ares democráticos nascidos em São Januário voltam a circular em sua casa.
Fotos (Divulgação LDU, Fábio Azevedo / Ascom Fluminense e Nelson Teles): Torcedor da LDU, presidentes dos clubes trocam presentes e Lula veste a camisa tricolor
Croácia x Turquia, quartas-de-final da UEFA euro 2008, jogo equilibrado, 0 x 0 no tempo normal e de repente na prorrogação, gol da Croácia aos 13 do segundo tempo da prorrogação. Klasnic aproveitou fanforronice de Rustu ao sair mal do gol e marcou de cabeça. Decidido? Não! A turquia empatou aos 16 do segundo tempo e foi para aos penâltis.
Adivinhem, a bola puniu os croatas. Turquia 4 x 2 nos penâltis. Foi o terceiro "milagre" seguido do time turco, antes eles viraram o jogos no final diante de suíços e tchecos. A Turquia agora pegará Alemanha na semi-final. Alemanha favorita? Não cravaria tanto assim.
O atual técnico da seleção brasileira carrega consigo uma grande mágoa que marca presença em seu comportamento até hoje. Todos sabem que, em 1990, Dunga foi o escolhido para representar uma "Era" de fracasso. Foi rotulado impiedosamente pela imprensa e, como conseqüência, pelo povo.
Mas em 1994 ele foi o capitão, o líder que levou o time ao título. Eu tinha apenas 14 anos e lembro muito bem. Dunga ergueu a Copa do Mundo e disparando contra todos que o criticavam desde 90. A mágoa ainda estava lá.
Na França, em 1998, o Brasil não teve o mesmo sucesso da Copa anterior e sucumbiu diante dos donos da casa, na final. Disto todos lembram. Dunga, durante a campanha da Seleção, sempre foi ríspido nas coletivas e demonstrava sinais de irritação com a imprensa. A mágoa ainda estava lá.
Anos, mais um título e outro fracasso depois, foi escolhido por Ricardo Teixeira para ser o técnico da Seleção Brasileira, sem nunca ter exercido o cargo de treinador. Atualmente, nas coletivas, percebemos, nitidamente: a mágoa ainda está lá.
Essa mágoa de Dunga é melhor exemplificada quando voltamos aos casos recentes do seu estremecido relacionamento com Ronaldinho Gaúcho e Kaká. Porém, a situação exige mais talento e ele será obrigado a engolir os dois, se resistir até esta oportunidade.
Os próximos dois meses, que separam o jogo da Argentina do próximo diante do Chile, em Santiago, serão de cobranças. O momento é propício e o Brasil está atrás até dos colombianos e chilenos. Hoje, em 5°lugar nas Eliminatórias da América do Sul, iria para a repescagem.
Dunga sabe que a imprensa estará ali exercendo sua função: cobrando, criticando e, quando for possível, elogiando. Mesmo com a ajuda de um media trainning (técnicas de trato com os jornalistas), ele continuará não gostando e a mágoa sempre renascerá.
Os patrícios estão fora da Euro. Após fracassar nas semifinais da Copa do Mundo 2006 e na final da Eurocopa 2004, a Seleção de Portugal, novamente, ficou no meio do caminho. Perdeu por 3 a 2 para a Alemanha e foi eliminada nas quartas-de-finais da Eurocopa 2008. A partida foi a última de Luiz Felipe Scolari no comando. Felipão, agora, segue para o Chelsea, clube bilionário da Inglaterra.
Nem o melhor do mundo foi capaz de superar a disciplinada e pragmática escola alemã. Cristiano Ronaldo apareceu no lance do primeiro gol português e em um lindo toque de letra, mas não conseguiu decidir o jogo. No fim da 1ª etapa, teve a chance de empatar e mandou para fora. Decepção na terrinha.
Schweinsteiger, o melhor em campo, marcou o primeiro e bateu a falta para Klose abrir 2 a 0 no placar, aos 22 e 26 minutos do 1° tempo, respectivamente. Antes do intervalo, aos 40, Nuno Gomes pegou rebote de Lehmann após chute de C. Ronaldo e diminuiu. Quando a pressão lusa começou a ganhar força, a equipe de Felipão tomou outro golpe. Bastian Schweinsteiger, mais uma vez, lançou na área. Ballack se antecipou a Ricardo e anotou 3 a 1.
Nani entrou bem no lugar de Nuno Gomes e renovou as esperanças. Porém, o resultado prático chegou tarde. Aos 42, ele fez jogada individual na ponta esquerda e mandou para Hélder Postiga cabecear à queima-roupa.
Nas semifinais, a Alemanha enfrenta o vencedor de Croácia x Turquia, duelo de amanhã, às 15h45min.
Foto: Schweinsteiger comemora o primeiro gol da Alemanha (Divulgação / Uefa)
Uma brasileira vai engrossar a torcida alemã, no duelo contra Portugal pelas quartas-de-final da Eurocopa 2008. Amanhã, a partir das 15h45min., quando as equipes entrarem em campo na Basiléia, a escritora Roseni Kurányi, madrasta do carioca naturalizado alemão, estará na casa de sua família, em Petrópolis, torcendo pelo enteado.
A escritora ficará no Brasil até agosto para lançar seu livro infantil: “O Burrinho Azul”. Natural da cidade de Petrópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro, ela é casada há 21 anos com o pai de Kevin, e mora há 11 anos em Stuttgart. Destacando a força do time português, Roseni prefere não arriscar um placar, mas promete ficar grudada na televisão. “Toda a família estará reunida em Petrópolis para ver o jogo”, garante.
Kevin Dennis Kurányi nasceu no Rio de Janeiro, no dia 2 de março de 1982. É filho de um alemão com uma panamenha, joga no Schalke 04 e é reserva da Seleção da Alemanha.
Confira o quadro de cruzamentos da Copa Sulamericana 2008 (clique na imagem para visualizar a versão maior). São Paulo, Grêmio, Palmeiras e Atlético Mineiro decidem a primeira fase em seus respectivos estádios. Qual equipe do Brasil pode chegar mais longe? Por quê? Dê o seu palpite.
Além dos “pegas” entre os brasileiros, o sorteio da Conmebol apontou os outros jogos da Copa Sulamericana 2008. A cerimônia ocorreu no fim da manhã de hoje, no Complexo Esportivo Ezeiza, centro de treinamento da Associação Argentina de Futebol (AFA), em Buenos Aires.
A 7ª edição do campeonato acontece de 30 de julho a 3 de dezembro com a participação de 34 times. Algumas equipes ainda disputam vagas como as de México e Costa Rica, mas a maioria dos participantes já está definida.
Boca Juniors (Argentina) x Bolívar (Bolívia) ou LDU (Equador) River Plate (Argentina) x Libertad (Paraguai) ou melhor equipe uruguaia Arsenal (Argentina) x representante da Concacaf (Confederação de Futebol das Américas do Norte e Central e do Caribe) San Lorenzo (Argentina) x Independiente (Argentina) Estudiantes de La Plata (Argentina) x Argentino Juniors (Argentina) Deportivo Cali (Colômbia) x América de Cali (Colômbia) ou União Maracaibo (Venezuela) Universidad Católica (Chile) x segunda equipe uruguaia Ñublense (Chile) x Sport Ancash (Peru) Vasco (Brasil) x Palmeiras (Brasil) Botafogo (Brasil) x Atlético Mineiro (Brasil) São Paulo (Brasil) x Atlético Paranaense (Brasil) Grêmio (Brasil) x Internacional (Brasil)
Campeões da Copa Sulamericana
2002 – San Lorenzo (Argentina) 2003 – Cienciano (Peru) 2004 – Boca Juniors (Argentina) 2005 – Boca Juniors (Argentina) 2006 – Pachuca (México) 2007 – Arsenal (Argentina)
Foto: Principais títulos do River Plate expostos nas escadas do Monumental de Nuñez. Assim como os clubes brasileiros, o atual campeão argentino nunca venceu a Copa Sulamericana.
Por Fernando Torres Foto: Rogério Santana (Divulgação / SUDERJ)
O Fluminense pode ser o primeiro clube a vencer uma Copa Libertadores jogando a última partida no Rio de Janeiro. O Vasco ganhou a competição em Guayaquil contra o Barcelona do Equador, em 1998, e o Flamengo faturou em Montevidéu, no Uruguai, com vitória sobre o Cobreloa do Chile, em 1981. Houve ainda o primeiro duelo da final de 1963, entre o Santos de Pelé e o Boca Juniors, no Maracanã.
Após o triunfo de ontem por 3 a 1 em cima do Boca, o Tricolor fará uma final inédita com a Liga Deportiva Universitária (LDU) do Equador, nos dias 25 de junho e 2 de julho. A partida de 180 minutos começa em Quito, no estádio La Casa Blanca, e termina no Maraca, se o Flu não for obrigado a atuar em outro local devido à invasão de campo registrada na noite desta quarta-feira.
O troféu da competição mais importante das Américas virá para o Rio. Resta saber para onde ela vai depois do último apito...
Finais da Copa Libertadores no Rio de Janeiro
São Januário – 12/08/1998 – Quarta-feira Vasco 2 x 0 Barcelona (Equador) Gols de Donizete (7’ do 1° tempo) e Luizão (33’ do 1°)
Maracanã – 13/11/1981 – Sexta-feira Flamengo 2 x 1 Cobreloa (Chile) Gols de Zico (12’ e 30’ do 1° tempo) e Merello (20’ do 2°)
Maracanã – 04/09/1963 – Quarta-feira Santos 3 x 2 Boca Juniors (Argentina) Gols de Coutinho (2’ e 21’ do 1° tempo), Lima (28’ do 1°) e Sanfillippo (43’ do 1° e 44’ do 2° tempo)
Daqui a poucas horas, Fluminense e Boca Juniors disputam a última vaga na final da Copa Libertadores da América 2008. A primeira é da equatoriana Liga Deportiva Universitária (LDU). No gramado do Maracanã, estará em jogo algo além do lugar na decisão. O tricolor carioca representa, às 21h50min., o orgulho do Futebol Brasileiro, no primeiro semestre deste ano.
Quebrar a série de fracassos tupiniquins contra os hermanos de La Boca, na competição continental, é um importante incentivo, mas este confronto vale mais. O jogo pode ser o início da recuperação da soberania do futebol canarinho sobre o portenho. Nos últimos duelos relevantes entre as nações, o desempenho da Seleção Brasileira é melhor, com vitórias em um amistoso e nas copas América e das Confederações. Na esfera dos clubes, destaco as vitórias do Boca sobre o Grêmio da final da Libertadores 2007 e o São Paulo na decisão da Recopa Sulamericana 2006, além da derrota para o mesmo tricolor paulista nas oitavas-de-final da Copa Sulamericana do ano passado.
Hoje, a Fifa divulgou o seu ranking de seleções. A liderança da Argentina foi consolidada. Tem 1.559 pontos contra 1.513 do Brasil. A diferença pulou de dois para 46 pontos. Festa na bacia do Rio de La Plata. No próximo dia 18 (quarta-feira), no Mineirão, os dois esquadrões vão medir forças pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da África do Sul 2010.
Em 15 dias, o futebol verde-e-amarelo pode virar a tabela ou ser motivo de gozação nas páginas do jornal Olé. Tudo começa, hoje à noite, com Thiago Neves, Washington, Conca, Thiago Silva e a galera tricolor...
O Fluminense pode empatar em até 1 a 1 para garantir a vaga na final da Copa Libertadores. Mas, considerando o retrospecto do Boca Juniors nesta edição do campeonato mais importante das Américas, o tricolor deve partir para cima e garantir seus gols porque, segundo as estatísticas, dificilmente o time argentino não balançará as redes do Maracanã.
Em 11 partidas, o Boca só não marcou em uma, no dia 20 de março, na derrota por 2 a 0 para o Colo Colo, em Santiago, no Chile (assista ao vídeo acima). Fez 23 gols e sofreu 15, dois destes marcados pelo próprio Flu, na semana passada, em Buenos Aires. Riquelme e companhia só começaram a mostrar a competência como visitante a partir da segunda fase. Na etapa dos grupos, em três desafios, perderam dois e empataram um.
O Tricolor das Laranjeiras passou batido em três jogos (LDU, Arsenal e São Paulo), mas teve atuação irrepreensível nos 6 a 0 sobre o Arsenal. No total, foram 19 gols feitos e oito sofridos. Em casa, o Fluminense sofreu apenas um gol, de Adriano, na partida de volta do confronto com o São Paulo, nas quartas-de-final.
A força ofensiva do Boca aumenta a responsabilidade do sistema de ataque dos cariocas. É preciso fazer gols e Renato Gaúcho deve escalar Conca, Thiago Neves, Washington e Dodô. Se não fizer isso, chamará os hermanos para o próprio o campo. Aí...
Boca Juniors na Libertadores 2008
20/02 – 1 x 1 Maracaibo (fora) 06/03 – 3 x 0 Atlas (casa) 20/03 – 0 x 2 Colo Colo (fora) 27/03 – 4 x 3 Colo Colo (casa) 08/04 – 1 x 3 Atlas (fora) 22/04 – 3 x 0 Maracaibo (casa) 30/04 – 2 x 1 Cruzeiro (casa) 07/05 – 2 x 1 Cruzeiro (fora) 14/05 – 2 x 2 Atlas (casa) 21/05 – 3 x 0 Atlas (fora) 28/05 – 2 x 2 Fluminense (casa) 04/06 - ? x ? Fluminense (fora)
Fluminense na Libertadores 2008
20/02 – 0 x 0 LDU (fora) 05/03 – 6 x 0 Arsenal (casa) 19/03 – 2 x 1 Libertad (fora) 02/04 – 2 x 0 Libertad (casa) 09/04 – 0 x 2 Arsenal (fora) 17/04 – 1 x 0 LDU (casa) 30/04 – 2 x 1 Nacional (fora) 06/05 – 1 x 0 Nacional (casa) 14/05 – 0 x 1 São Paulo (fora) 21/05 – 3 x 1 São Paulo (casa) 28/05 – 2 x 2 Boca Juniors (fora) 04/06 – ? x ? Boca Juniors (casa)